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Agricultura pode sair do ‘guarda-chuva’ de Ricardo e ser entregue ao Podemos

Por Danieleh Coutinho / ES HOJE / Foto: Divulgação

O governador Renato Casagrande (PSB) não quer perder nem Progressistas, nem Podemos e nem qualquer outro partido da base. Para manter o PP, trocou Marcus Vicente por Marcus Aurélio a pedido do presidente da sigla no Estado, Da Vitória. O mesmo deverá fazer com o deputado federal e presidente do Podemos capixaba, Gilson Daniel.

O partido, aliado do governador, não esconde descontentamento com a falta de espaço na atual gestão que em 2025 iniciou a segunda metade. Para resolver, nesta quinta-feira (9), Casagrande teria oferecido a Secretaria de Estado da Agricultura. O Podemos indicará o titular, substituindo Ênio Bergoli que foi uma escolha do vice-governador Ricardo Ferraço (MDB).

Ao assumirem o mandato 2023/2026, Renato Casagrande e Ricardo Ferraço anunciaram que, além da vice-governadoria, o emedebista acumularia o Desenvolvimento Econômico, num trabalho ligado à agricultura e meio ambiente. A oferta feita pelo governador a Gilson Daniel, no entanto, altera esse alinhamento.

Desde que Alexandre Ramalho deixou a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), o Podemos não tem participação na gestão estadual. Se o presidente da sigla assumir, no entanto, seria o mesmo Ramalho, que não é mais quadro da sigla – concorreu a prefeito de Vila Velha em 2024 filiado ao PL – a assumir a cadeira de deputado federal, por ser o primeiro suplente. Essa é uma questão que não agrada nem a Casagrande e nem a Gilson. Por isso, antes de aceitar a pasta, a grande tarefa será a definição de quem poderá assumir.

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