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Renzo critica vetos e impõe força do PSD nas eleições

Renzo critica vetos e impõe força do PSD nas eleições

Por Danieleh Coutinho / ES HOJE / Foto: Divulgação / Arte: IA

 

A engrenagem das eleições no Espírito Santo ganhou um novo componente de tensão que redesenha as articulações partidárias. Ao reagir publicamente aos impasses na construção da chapa de apoio à pré-candidatura de Lorenzo Pazolini (Republicanos) a governador, o presidente estadual do PSD, Renzo Vasconcelos, estabeleceu uma linha de corte clara sobre o comportamento de aliados na mesa de negociações. O estopim para a mudança de postura da sigla foi a imposição de restrições por parte do PL, que tentou barrar nomes históricos do tabuleiro capixaba, como o ex-governador Paulo Hartung e o deputado Sergio Meneguelli.

 

“Quando você está em grupo não pode dialogar individualmente. O PSD tem comando, tem liderança”, disparou Renzo Vasconcelos, explicitando o descontentamento com o redirecionamento negociado pelo Republicanos.

Bastidores e o racha na chapa de Lorenzo Pazolini

Até então, os bastidores políticos da capital apontavam o PSD como o destino provável da vaga de vice na chapa de Pazolini, com o nome de Lívia Vasconcelos fortemente cotado ou de Guerino Zanon. Contudo, a tentativa do PL de condicionar o acordo com o Republicanos a restrições futuras — mirando o Senado — foi recebida pelo PSD como uma interferência direta em sua soberania partidária.

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