Por Weverton Santiago, teólogo e cientista político / Foto: IA
A malandragem é uma arte que acompanha a vida. Contudo, na política, a malandragem tem prazo de validade e pode ser cruel com os próprios malandros.
Aliás, há malandro que não tem luz própria e vive à sombra daqueles que ainda toleram esse tipo de malandragem.
Volta e meia é bom dar uns gritos para espantar esses malandros, limpar o caminho e seguir adiante.
Depender de malandro é subordinar-se a todo tipo de malandragem, é o chamado malandro convencional.
Estreitando a malandragem, há malandro com o bloco na rua, de olho nas eleições municipais de 2028. É a malandragem do presente projetando o malandro do futuro.
Geralmente, o malandro político tem penas de pavão e rabo de palha, não pode sentar perto da fogueira. Aliás, é bom tomar cuidado, porque o maçarico está aceso e cada vez mais fumegante.
O malandro costuma não ter cara nem caráter, mas deixa cheiro, rastro e muitas evidências da sua malandragem. Afinal, na vida, o passado está escrito a caneta, e não com o grafite do malandro lápis.
Enfim, em breve as malocas estarão infestadas de fumaça, e os malandros serão asfixiados e revelados na praça da realidade. Afinal, malandragem demais mata o próprio malandro.
É o malandro político e a política malandra