Por Danieleh Coutinho / ES HOJE / Foto: Divulgação
O projeto de eleger sua filha, Maguinha Malta, senadora da República em outubro, está fazendo com que o senador e presidente do PL no Espírito Santo, Magno Malta, se afaste cada vez mais dos filiados no Espírito Santo. Segundo fonte interna do PL-ES, para a militância, seria melhor que ela concorresse a federal.
“As chances, com ela, de termos uma chapa forte e elegermos um ou mais, é grande. O risco de Maguinha concorrer e perdemos é ainda maior. Mas o senador quer empurrar a filha goela abaixo”, afirmou o liberal.
Muitos são os membros do partido do ex-presidente Bolsonaro, cujo o pré-candidato á presidência é o filho Flávio Bolsonaro, afirmam que a relação com Magno Malta não é fácil, e que o senador pouco abre diálogo com as lideranças. Ainda que sejam nomes com grande eleitorado.
O que se avalia, até dentro da sigla, é que o único deputado do PL na Câmara dos Deputados, Gilvan da Federal, terá dificuldade de concorrer à reeleição pelo problemas que tem na Justiça. Portanto, sem Maguinha, o risco de perder a única vaga é maior.
Para fazer um, a chapa precisa somar cerca de 200 mil votos, e os nomes já cotados para disputar cadeira no Congresso são Lucas Polese, Dárcio Bracarense e Aelcio Peixoto. Maguinha, na chapa, é necessária – ainda que Gilvan consigo concorrer.