Está mais do que certo que o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) é pré-candidato ao Governo do Estado. E algo que orbita em torno dele é quem poderá ser o vice em sua chapa.
Há especulações de que o PSD poderia ocupar essa vaga, até mesmo com a primeira-dama de Colatina, Lívia Vasconcelos, que também é cotada pelo prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, seu marido e presidente estadual do PSD, para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.
Só que já se especula a possibilidade de o republicano ter um vice que seja do próprio partido, até mesmo pelos arranjos e pela necessidade de contar com alguém de sua confiança. E esse alguém pode ser o presidente da legenda, Erick Musso, cuja intenção é disputar uma vaga para a Câmara dos Deputados.
Erick e Pazolini já se conhecem há bastante tempo. Possuem uma parceria desde a época da Assembleia Legislativa. Erick já fez de tudo um pouco pelo colega: foi locutor de campanha, atuou nos bastidores e ainda foi responsável por dar a cara a tapa em problemas da gestão municipal.
Vagas de vice costumam ser definidas, em algumas situações, de última hora. Isso aconteceu, inclusive, com Pazolini, em 2020, na disputa pela Prefeitura de Vitória, quando houve a opção pela escolha puro-sangue de Capitã Estéfane.
Claro que, desta vez, o cenário é muito diferente. Em um panorama bastante parelho com o governador Ricardo Ferraço (MDB), o republicano precisa de um nome que agregue em âmbito estadual e que possa alavancar seus votos. E, então, haverá a reflexão sobre se Erick ou Lívia podem ser essa solução.
Em 2024, para o pleito de reeleição, a preferência de Pazolini era ter Aridelmo Teixeira (PSD) como vice, mas os acordos fizeram com que Cris Samorini (Progressistas) fosse a escolhida.
Há de se verificar, agora, o que mais vai pesar. Mas, se fosse no quesito “amigo de fé, irmão camarada”, Erick Musso já seria a primeira opção do ex-prefeito da Capital.