Por Poder / ES HOJE / Foto: Divulgação
Com a chegada de dezembro, o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), fez uma pausa estratégica nas viagens ao interior e voltou suas atenções para a administração da capital.
No campo governista, liderado pelo governador Renato Casagrande (PSB), as especulações seguem intensas sobre quem será o candidato do grupo. O vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) desponta como favorito, mas o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (PSDB), também aparece no radar.
Embora represente um campo político adversário ao que hoje comanda o Estado, Pazolini não está fora das conjecturas nem das articulações. Ainda assim, depois de tantas andanças, passou a ocupar menos espaço na vitrine política.
Nas últimas semanas, o republicano concentrou esforços em temas administrativos, marcou presença nas atividades natalinas da cidade e investiu fortemente na divulgação das atrações de verão da Capital.
A condução das articulações políticas tem ficado mais a cargo do presidente estadual do Republicanos, Erick Musso, que vem trabalhando para atrair lideranças ao partido e estruturar candidaturas para as eleições que se aproximam.
Nem mesmo no entorno mais próximo do prefeito há certeza sobre seus próximos passos. Há, claro, fortes sinais de que ele possa disputar o governo do Estado, hipótese já mencionada publicamente pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. O fato é que, nos últimos dias, Pazolini parece ter adotado, ao menos por ora, a máxima do saudoso Marien Calixte: “viver é ver Vitória”.