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CPI do Crime Organizado aprova requerimentos e inicia nova fase com investigação do caso Banco Master

Por assessoria / Foto: Senador Fabiano Contarato / Crédito: Divulgação

A CPI do Crime Organizado aprovou, nesta quarta-feira (25), 68 requerimentos para convocações, convites, transferências de sigilo e pedidos de informação relacionados ao caso do Banco Master. O presidente da CPI do Crime Organizado, senador Fabiano Contarato, anunciou que o colegiado dá início a uma nova e decisiva fase das investigações, classificada por ele como “um passo histórico”.

Durante a reunião, as medidas aprovadas foram destacadas como centrais para o aprofundamento das apurações sobre os tentáculos do crime organizado. Os requerimentos aprovados criarão as bases necessárias para investigar casos complexos, como o do Banco Master, que envolve suspeitas de fraudes bilionárias.

“Hoje iniciamos uma nova e decisiva fase das investigações. Passou da hora da gente enfrentar o crime em sua estrutura verdadeira. Precisamos parar de concentrar o combate em ações pontuais nas periferias e levar nossas investigações também para os esquemas do andar de cima. A aprovação dos requerimentos nos permitirá conduzir as apurações com responsabilidade, seriedade e rigor”, afirmou Contarato.

O senador reforçou ainda seu compromisso, desde o primeiro dia na presidência da CPI, de liderar os trabalhos com coragem, transparência e respeito ao devido processo legal.

“Com a aprovação desses requerimentos, estamos estruturando o caminho para investigações profundas sobre casos como o do Banco Master. Precisamos compreender os mecanismos, as conexões e as responsabilidades envolvidas. Fraudes que impactam milhões de brasileiros não podem ser banalizadas. O povo brasileiro quer respostas, e esta CPI vai entregá-las”, destacou Contarato.

A nova etapa da CPI marca o fortalecimento das ações de combate ao crime organizado e à corrupção, com foco na responsabilização dos envolvidos e na proteção do interesse público. “O que estamos construindo aqui é mais do que investigações. É um compromisso com a justiça, com a transparência e com a defesa das vítimas desses esquemas”, concluiu o senador.

Depoimento de TH Joias é adiado
Também para esta quarta-feira (25) estava prevista na CPI do Crime Organizado a oitiva do ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias. A realização do depoimento ainda depende de autorização do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal.

“A CPI não terá a parte da oitiva do senhor Thiego, mas vou pedir à Secretaria que, junto com a Advocacia do Senado, reforce o nosso pedido, destacando a importância desse depoimento para os trabalhos da comissão. Esse é o objetivo principal desta CPI”, afirmou Contarato na abertura dos trabalhos da CPI.

O depoimento é considerado peça-chave para desvendar conexões do crime organizado. Contarato garantiu que a CPI seguirá firme em seu compromisso de alcançar a verdade e responsabilizar os envolvidos.

CPI do Crime Organizado aprova requerimentos e inicia nova fase com investigação do caso Banco Master

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