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Com casa invadida e revirada, vice-prefeito de Muniz Freire diz: é crime político

Por Danieleh Coutinho / ES HOJE / Foto: Divulgação

Porta arrombada, armários revirados, móveis quebrados e alguns bens roubados na casa do vice-prefeito de Muniz Freire, Wanokzor Alves Amm de Assis – ou Dr. Wanokzôr (MDB). A residência está localizada no condomínio Ipê Peroba, no bairro do mesmo nome. A reportagem de ES Hoje teve acesso ao Boletim Unificado registrado perto das 11 horas desta segunda-feira (11), o criminoso parecia procurar alguma coisa, pois rasgou colchões e sofás com faca e também cavou alguma locais no jardim.

O BU foi registrado pelo caseiro, que explicou à Polícia Civil que trabalha na casa há três anos, mas que ninguém dorme na casa, apenas cuida e organiza quando a família do vice-prefeito informa que usará.

“Sumiu duas caixas de som no valor de R$ 4,5 mil cada, destruíram duas camas com cortes de faca e dois sofás, destruíram parte dos guarda-roupas, acredita que os criminosos estavam procurando por algum documento ou dinheiro, por reviraram tudo”, relatou à polícia o caseiro Cirineu Paulucio.

“O local é cercado por miro e tem outro câmeras de segurança. Mesmo assim, o assaltou não havia sido identificado por ninguém, e apenas quando chegou para trabalhar no local um pedreiro viu a casa arrombada e avisou ao caseiro.

“Nesta segunda-feira recebi ligação do pedreiro que está trabalhando no local de nome Édson da Rocha afirmando que alguém invadiu a casa”, explicou o caseiro no BU.

Durante a ação, os invasores cortaram os fios de internet para impedir acesso imediato às imagens das câmeras e deixaram manchas de sangue no local, possivelmente do próprio autor, que pode ter se ferido durante o crime.

Em nota Dr. Wanokzôr disse que acredita ser um crime político e tentativa de intimidação. Disse ainda que, seu compromisso com Muniz Freire permanece inabalável. “Seguirei defendendo o povo, denunciando abusos e enfrentando quem usa o poder para se proteger às custas do interesse público. Reafirmo que NÃO me deixarei intimidar. Minha atuação continuará firme, transparente e comprometida com a defesa do povo de Muniz Freire, custe o que custar”, disse a nota.

“A destruição gratuita, a frieza da execução e o contexto político em que vivemos não deixam dúvidas: este crime tem cheiro, cor e método de intimidação política. Não estamos diante de um ato isolado. Estamos diante de um recado. E a minha resposta é simples: NÃO TENHO MEDO”.

No documento ele afirma, ainda que sua residência foi invadida, saqueada e vandalizada, mas que não foi um simples furto. “Foi um ataque planejado, com requintes de destruição e com um objetivo claro: intimidar. Os criminosos arrombaram portas, quebraram vidros, rasgaram camas e sofás com facas, destruíram guarda-roupas, furtaram bens e cortaram os fios de internet para impedir acesso imediato às imagens das câmeras. O prejuízo estimado é de R$ 30.000,00. No local, inclusive, ficaram manchas de sangue e vestígios além das imagens, e quebra de sigilo telefônico para termos acesso aos sinais da antena de quem estava no raio da minha residência no dia de ontem, e outras coisas a mais que não poderei mencionar para não prejudicar a apuração dos fatos, que deverão identificar quem esteve ali, inclusive a perícia da polícia civil já está na minha residência nesse sentido.

Com casa invadida e revirada, vice-prefeito de Muniz Freire diz: é crime político

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