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Semana no Poder: Os sinais para 2026 já estão aí

Por Poder / ES Hoje / Foto: Divulgação

O fim de 2024 já indica fortíssimos sinais para 2026 e duas pesquisas sobre intenções de votos para o governo do Estado agitaram a semana e passam alguns prognósticos ao mercado político.

Acompanhe as principais análises e fatos da semana.

Polarização I

A divulgação do levantamento da Paraná Pesquisas, na última terça-feira (10), aponta para a possibilidade de a polarização entre o governador do Estado, Renato Casagrande (PSB), e o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), ficar ainda mais robustecida. Isso se dá pelo fato de que ambos lideram as intenções de votos nas corridas que lhe interessam para 2026. Casagrande é o que está na frente para o Senado, sendo que Pazolini é o segundo; e o prefeito da Capital está na ponta na busca pelo Palácio Anchieta.

Polarização II

Nesse desenho dos pleitos majoritários, são dois grupos dissonantes que se destacam. Para Casagrande, em um projeto de continuidade no poder, não seria o melhor dos mundos ter alguém no Executivo com quem não possui relacionamento agradável.

Polarização III

A ausência de Pazolini no recente almoço do governador com os prefeitos eleitos – e reeleitos – indica para convivência ao estilo água e óleo com o Palácio Anchieta. Querendo ou não, a depender do interesse tanto de Casagrande quanto do prefeito, talvez haja até disputa sobre quem entrega mais, considerando, é claro, a capacidade de realização de cada gestão nas devidas proporções.

Polarização IV

O fato é que as movimentações para 2026 estão aceleradíssimas, visto que há enorme interesse em fortalecer os candidatos que tentarão furar a bolha de revezamento entre Hartung-Casagrande, que já vem desde a eleição de 2002: terão sido 24 anos nos quais o Espírito Santo só teve dois governantes, o que só fortalece o tamanho de ambos. O socialista vai atuar fortemente no pleito, porque ele possui interesses eleitorais, seja para ele próprio – ainda que faça mistério se disputará cargo eletivo ou não – e para os aliados. Hartung, por sua vez, tem agido mais nos bastidores, apesar de estar mais na superfície do que nos últimos anos, passando recados velados.

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