Por Eduardo Maia / A TRIBUNA / Foto-legenda: Guerino Balestrassi e Gilson Daniel / Crédito: Divulgação / Arte: IA
Partido crê que possa eleger três deputados federais, e Guerino Balestrassi é cotado
Nas últimas semanas, cresceu no mercado político a avaliação de que o Podemos pode eleger três nomes para a Câmara dos Deputados na eleição de 4 de outubro.
Lideranças do partido trabalham com uma projeção de cerca de 410 mil votos, número que, em tese, seria suficiente para garantir três cadeiras — duas pelo quociente e uma pelas chamadas “sobras” eleitorais.
Quem aparece com possibilidades de entrar nessa equação é o ex-prefeito de Colatina Guerino Balestrassi. Segundo líderes do Podemos, ele surge como uma força além do próprio Gilson Daniel e de Serginho Vidigal, filho do ex-prefeito da Serra Sergio Vidigal (PDT).
Guerino foi candidato a deputado federal em 2014, após ficar seis anos fora da prefeitura, e obteve quase 45 mil votos.
Aliados acreditam que a passagem pela Secretaria de Recuperação do Rio Doce e o recente mandato na prefeitura podem ajudá-lo a repetir um bom desempenho nas urnas. A ver.
Atento aos votos…
O deputado federal Paulo Folletto (PSB), natural de Colatina, também reduto de Guerino, não disputará a reeleição neste ano. Desta vez, Folletto é candidato a deputado estadual.
Embora esteja ao lado do prefeito Renzo Vasconcelos (PSD) na campanha de Josias Da Vitória (PP), há a expectativa de que Guerino possa herdar parte dos votos que seriam destinados a Folletto.
Faltam oito dias para saber se a estratégia do ex-prefeito dará resultado.
Outros nomes no jogo
Além de Guerino, o Podemos também acredita que há outros nomes que são competitivos. Vereador de Vila Velha Renzo Mendes, ex-prefeito de Sooretama Alessandro Broedel, ex-vereador de Aracruz Roberto Rangel e o jornalista Philipe Lemos.
Renzo tem tentado capturar o eleitorado que não caminha com Manu Pedroso (PSB) ou Victor Linhalis (PSB) em Vila Velha, enquanto Rangel está de olho na lacuna deixada por Marcus Vicente (PP) no Norte.



