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Ricardo defende que ações de facções criminosas sejam classificadas como terrorismo

Ricardo defende que ações de facções criminosas sejam classificadas como terrorismo

Por Aline Gomes / FOLHA VITÓRIA / Foto-legenda: Ricardo Ferraço em discurso no evento “Brasil Sob Ameaça – Encontro Nacional de Segurança e Combate ao Crime Organizado” / Crédito: Hélio Filho/Secom

Durante evento sobre segurança pública, Ricardo Ferraço afirmou que as facções praticam Terrorismo Criminal Organizado

Durante seu discurso na abertura do evento “Brasil Sob Ameaça – Encontro Nacional de Segurança e Combate ao Crime Organizado”, que acontece em Vitória nesta segunda (27) e terça-feira (28), o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, defendeu que a legislação brasileira se torne mais rígida com as ações de facções criminosas e passe a classificá-las como terrorismo.

Segundo Ferraço, o país precisa “parar de suavizar as palavras” e reconhecer com clareza a gravidade do cenário vivido em diversas regiões brasileiras.

“O crime organizado pode não ter motivação ideológica nem religiosa, mas pratica o terrorismo em sua concepção mais objetiva: intimida, paralisa e desafia o Estado brasileiro. Defendo que possamos construir e aprovar uma legislação que reconheça o que chamamos de terrorismo criminal organizado.” Ricardo Ferraço, governador do Espírito Santo

Ferraço citou a Lei nº 13.260, de 2016, que trata sobre terrorismo no Brasil, e afirmou que a legislação atual ainda não oferece respostas suficientes para enfrentar o crime organizado com a dimensão que ele alcançou.

“Não se trata apenas do nome que damos ao crime. Trata-se de reconhecer a natureza do desafio que enfrentamos para que possamos enfrentá-lo com os meios adequados”, afirmou.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de interferência estrangeira no Brasil, que pode ser desencadeada ao comparar organizações criminosas a organizações terroristas, o governador afirmou que é preciso “tirar a ideologia desse debate”.

Ricardo defende que ações de facções criminosas sejam classificadas como terrorismo

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