Por Danieleh Coutinho / ES HOJE / Foto: Divulgação
Qual será a filiação partidária do médico Serginho Vidigal, filho do ex-prefeito serrano Sergio Vidigal (PDT), para concorrer no pleito de outubro? Ainda não está definido, uma vez que, com grande expectativa de boa votação, ele causa insegurança a outros políticos nos partidos com os quais conversou, como Podemos, PSB e os da federação União Progressista (Progressistas e União Brasil). Fato é que ele é cotado para disputar como deputado federal e até mesmo para compor chapa como vice-governador de Ricardo Ferraço (MDB).
Serginho levaria para a chapa não só o nome Vidigal, mas todo prestígio político que o dirigente pedetista tem na região metropolitana. O pré-candidato a deputado federal, pelo histórico familiar, resultaria na manutenção do que se imprimiu em 2022 com o movimento Casanaro (ou Bolsogrande): aceno aos eleitores da direita (não-radical) e centro-direita, com Ricardo, e aos de centro-esquerda com Serginho.
Outro nome cotado é do deputado estadual Mazinho dos Anjos, que está de saída do PSDB e poderia se filiar à sigla que for mais conveniente para a chapa. O parlamentar é sobrinho do prefeito de Barra de São Francisco, Enivaldo dos Anjos (PSB), que anunciou estar prestes à renunciar para participar ativamente das eleições, para eleger Ricardo governador e Casagrande senador.
Enivaldo dos Anjos consolida-se como uma das figuras centrais do cenário político capixaba. E a inclusão de Mazinho é um aceno ao tio cuja força política ultrapassa os limites de Barra de São Francisco. Enivaldo atua como um articulador regional, mantendo sob a órbita de Ricardo Ferraço lideranças de diversos municípios.


